DEZ MANEIRAS DE CONTRIBUIR PARA UMA INFÂNCIA SEM RACISMO

Comportamentos e ações adotados por cada pessoa podem assegurar o respeito e a igualdade étnico e racial, revertendo o quadro de discriminação racial que ainda persiste no cotidiano das crianças brasileiras

A discriminação racial persiste no cotidiano das crianças brasileiras e se reflete nos números da desigualdade entre negros, indígenas e brancos.

Baseada na ideia de ação em rede, a campanha Por uma infância sem racismo, promovida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), faz um alerta à sociedade sobre os impactos do racismo na infância e adolescência e a necessidade de uma mobilização social que assegure o respeito e a igualdade étnico e racial desde a infância.

Ilustração de Betinho Montenegro para o UNICEF Brasil

A partir de mídias sociais, a iniciativa reúne 10 ações ou comportamentos que cada pessoa pode adotar para assegurar o respeito e a igualdade étnico e racial de cada criança e de cada adolescente no Brasil.

CONFIRA AS 10 MANEIRAS DE CONTRIBUIR PARA UMA INFÂNCIA SEM RACISMO:

Um grupo de crianças corre em direção à câmera. Elas estão numa estrada de terra, no Semiárido brasileiro.

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

Senhora indígena cercada por quatro crianças também indígenas

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize!

Adolescente está na janela de casa, atrás dela casas de tijolo aparente de uma comunidade de Salvador.

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

Um menininho indígena está no colo de sua mãe, que o abraça.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

Dois meninos olham um para o outro enquanto sorriem. Há uma moldura vazia na frente deles.

5.Denuncie! Em todos os casos de discriminação, busque defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

um grupo de meninas está numa quadra de esportes. Algumas estão ajoelhadas na frente de outras. A menina no centro segura uma bola.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

Uma menininha olha para o avô. Ela está sorrindo.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnica e racial.

Adolescente menina sorri para a câmera

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

Menina indígena olha para a câmera. Ela está com uma roupa de miçangas.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

Dois alunos em sala de aula olham para a câmera

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.

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Fonte: Divulgação | Fotos: UNICEF/BRZ

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