CINCO LIVROS SOBRE O ‘MASSACRE DO CARANDIRU’


Uma das principais ferramentas para que algo não seja esquecido através dos tempos é a literatura, funciona como um registro histórico do fato, portanto, indicaremos cinco livros para que você se aprofunde neste assunto


Estação Carandirú – Dráuzio Varella (1999)

Ganhador do Prêmio Jabuti em 2000, o livro lançado em 1999, ganhou rapidamente popularidade ao retratar o convívio de 10 anos de trabalho voluntário do Dr. Dráuzio Varella com os presos do Carandirú.

Pavilhão 9 – Paixão e Morte no Carandirú – Hosmany Ramos (2001)

Hosmany Ramos era um médico famoso na década de 70, muito conhecido no meio chegando a trabalhar com o Dr. Ivo Pitangui, porém, envolveu-se com vários crimes, como estelionato, tráfico de drogas, contrabando e assassinato, sendo condenado a mais de 35 anos de prisão. Em 2001, lançou “Pavilhão 9 – Paixão e Morte no Carandirú” que segundo relatos acreditasse que não foi escrito por ele e sim por um detento companheiro de cela dele que veio a falecer e Hosmany guardou seus escritos.

Carandirú ‘Um depoimento póstumo’ – Renato Castelani (2008)

Trata-se um uma obra espírita que narra a história de um rapaz que se chamava “Zeca”, que falaceu no grande massacre ocorrido no dia 02 de outubro de 1992.

Vidas do Carandiru – Histórias Reais – Humberto Rodrigues (2002)

O jornalista Humberto Rodrigues, foi preso por um crime que não cometeu em 23 de maio de 2000, onde as autoridades reconheceram sua inocência somente um ano e meio depois. Mas, no período em que esteve lá colheu várias histórias sobre otimismo e esperança no convívio com os presos.

Carcereiros – Dráuzio Varella (2012)

Outro grande livro escrito por Drauzio Varella, que conta a história na visão de um carcereiro que impediu que a PM não invadisse também o Pavilhão 8, impedindo que houvesse muito mais mortos do que ocorreu no Pavilhão 9.

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