Repercussão negativa do comportamento da rapper no reality tem causado revolta nas redes sociais, além de uma série de denúncias no Ministério Público do Rio de Janeiro
Na onda do que vem acontecendo no Big Brother Brasil 21, o cancelamento social tem sido o assunto de destaque em rodas de conversas, notícias e debates nas redes sociais.
Após atos considerados xenofóbicos da rapper Karol Conká, junto à participante Juliette e também devido às ofensas e atitudes de violência psicológica com o também participante do Big Brother Brasil 21, Lucas Penteado, uma série de questões vem à tona.
Karol Conká humilha e expulsa Lucas da cozinha #BBB21
“No Instagram, @dricalara, que trabalhava com Karol, se posicionou após as atitudes da sister repercutirem na web. “Entendo totalmente o público em choque! Não entendo a ‘surpresa’ de quem era/é próximo! Como assim não imaginava, não sabia? Sabia sim”, escreveu Drica. “O ‘talento’, o gênero ou a cor não justifica o mau caráter”, pontuou ela em um story publicado na rede social.
Story da @dricalara @dricalara/Instagram
Mas como funciona essa prática e como ela pode interferir em contratos de trabalho, como o que acaba de acontecer com a rapper, que teve contratos e exibições suspensas?
As pessoas precisam, de fato, entender que diversos comportamentos não são mais aceitos – e nunca deveriam ter sido – na sociedade. Porém, é legítimo esse tipo de rescisão contratual movido por cancelamento social?
Na segunda-feira (02/02), o
Festival Rec-Beat emitiu nota oficial suspendendo o show de Karol Conká, em decorrência da conduta inapropriada da cantora no BBB 21.
Festival Rec-Beat decidiu suspender o show de Karol Conká por considerar as condutas dela inadequadas




