11 DE SETEMBRO | 19 ANOS DO ATAQUE AS TORRES GÊMEAS E AO PENTÁGONO QUE RESULTARAM EM QUASE 3 MIL MORTES

Após o fim da Guerra Fria, com vários acontecimentos históricos que marcaram este momento, os Estados Unidos da América avançava para o Oriente Médio em busca de Poder, Dinheiro e Petróleo.

Torres Gêmeas (World Trade Center) – 11 de setembro de 2001, momento do segundo ataque do avião chocando-se com o prédio – Reprodução / UOL

Com várias intervenções políticas, econômicas e militares no Oriente Médio, os Estados Unidos da América foram criando uma bolha de hostilidades, tanto de alguns países quanto de grupos de pessoas que vinham nos norte americanos uma ameaça à soberania de seus territórios, cultura e crenças.

Após o fim da Guerra Fria com a extinção da União Soviética, o fim da Tchecoslováquia, da Iugoslávia e a queda do muro de Berlim, que culminou na reunificação da Alemanha, os norte americanos continuavam sua busca pelo poder e soberania econômica e militar pelo mundo.

O que se viu a seguir foram diversas incursões dos americanos em territórios que eram para eles muito atraentes do ponto de vista econômico, financeiro, estratégico e militar.

Assim se deu a primeira invasão americana no Iraque em agosto de 1991, a intitulada “Guerra do Golfo Pérsico”. O Iraque havia invadido o Kuwait e assim liderados pelos americanos uma coalizão expulsou os iraquianos do Kuwait devolvendo a soberania do país ao Emir Jaber III.

Neste caso específico a de se concordar que as forças de coalizão estavam certas para conter o avanço militar do ditador Sadan Hussein, mas havia uma segunda ou terceira intenção dos americanos no conflito que mais tarde seria revelado no segundo ataque, mesmo com a desculpa de estar contendo o “terrorismo”, segundo eles disseram.

Osama Bin Laden, líder do grupo terrorista “Al Qaeda” – Reprodução / Uol

Osama Bin Laden, líder do grupo extremista All Qaeda, planejou e coordenou os ataques as Torres Gêmeas e ao Pentágono no dia 11 de setembro de 2001, liberando uma grande força de hostilidade entre os Estados Unidos e o Oriente Médio.

Considerado o maior ataque terrorista de todos os tempos, as 11:55 daquela manhã quando a primeira torre foi atingida, logo deu para perceber que tratava-se de algo histórico que mudaria o curso normal da rotina de todos nós a partir daquele momento.

Dali em diante, muitas coisas mudaram; rotinas, protocolos, visões, sentimentos, fé, vida, esperança, entre outras.

Foram quase 3 mil mortos, mais de 6 mil feridos, 4 aviões sequestrados por 19 terroristas, 2 aviões colidiram propositalmente com as Torres Gêmeas que ruíram duas horas depois matando centenas de milhares de pessoas, o terceiro avião colidiu contra o Pentágono, sede do “Departamento de Defesa dos Estados Unidos” e o quarto avião caiu nos arredores de Washington DC, sem deixar nenhum sobrevivente.

Após esse ataque, os Estados Unidos declararam guerra ao terror e invadiram o Afeganistão que abrigava os terroristas da Al Qaeda, país sob o regime do Talibã. Em 2003, invadiu o Iraque pela segunda vez e em 2011, matou o líder da Al Qaeda Osama Bin Laden no Paquistão.

Os ataques do dia 11 de setembro de 2001, marcam uma virada de chave na lógica da guerra, pois até então, sabíamos que ataques eram realizados e suas autorias se davam a nações e não por um grupo extremista armado. Assim como a Al Qaeda mais tarde surgiu o Ísis, conhecido como Estado Islâmico que assombraram o mundo com sua crueldade e fundamentalismo religioso.

Diversas homenagens estão sendo celebradas hoje pelo mundo para rememorar os sentimentos as vítimas daquele fatídico dia. Os dois principais candidatos a eleição americana, Trump e Biden participam hoje de celebrações que relembram esse dia histórico para o mundo.

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